domingo, 15 de janeiro de 2017

Comentário que fiz assistindo no YOUTUBE 'FAZENDAS VERTICAIS'. LEANDRO ZAID, assisto tudo que se refere à preservação ambiental. A Democracia Direta restringe-se a pessoas do seu calão/quilate acadêmico superior (elite salarial inclusive). Acho um desperdício investimentos em CULTIVOS VERTICAIS, porque o seu relato nesse vídeo, esse otimismo, esquece vários fatores, como: ESTRUTURAÇÃO DO ALICERCE HIPERCARO a) Um alicerce bate-estaca com armações feitas com vergalhões com o dobro de bitolas o que exige o dobro de cimento e concretagem; tijolos específicos assentados deitados pela grossura de paredes mais espessas para suportar canalização com canos TIGRE para suportar o peso dos vegetais e as alterações climáticas, cuja incidência dos raios solares chegam a mais de 40 graus nas capitais. b) Os cuidados na manutenção, irrigação e no manejo/reposição de mudas teria que ser diário para minimizar a deposição de poeiras e do monóxido de carbono presentes no ar, o que dificultaria a fotossíntese regular das plantas.  c) O cultivo vertical exigiria dez vezes mais mão-de-obra especializada, pela brevidade do manejo, colheitas e reposição de mudas, até para evitar o acúmulo de poluentes e a destruição pelas chuvas ácidas e pelos grazinos ou tempestades que destroem tudo.  O mar também está poluído, então de qualquer forma, há muita ficção na maioria das postagens. d) ROBÔS necessitarão de humanos capacitados para operá-los, QUEM? Aliás, A QUEM SERIA DESTINADO CURSOS DE CAPACITAÇÕES PARA FOMENTAR TAIS SISTEMAS DE CULTIVOS VERTICAIS? RESPOSTA:  OS INDIVÍDUOS que fazem parte da cúpula dos donos do mundo, estes sim, têm e terão acesso a capacitações para operar as modernas tecnologias em maquinários criados para fomentar essas Engenharias, sem as quais não seria possível cogitar um sistema desses. e) OBSERVAÇÃO: não é necessário carne de impressora 3D de laboratório, porque há proteínas das algas (NORI, spirulina e outras), como as gelatinas carragenanas, ágar; portanto, é só investir no cultivo e beneficiamento dessas algas comestíveis. f) CARNE DE CÉLULAS? a Nanotecnologia aliada as Engenharias Genéticas permitirá até a produção de leite materno, além da carne a partir de placentas? Assim, até JEUNESSE ficaria obsoleta? g) CONCLUSÃO: O cultivo vertical será possível nas áreas rurais, porque temos que replantar árvores centenárias ou quiescentes por cupins; replantio nas nascentes e matas ciliares dos 7% que ainda restam de Mata Atlântica no Brasil, principalmente aqui no Sul da Bahia. Leandro, o pessoal da Aliança Luz/EQUILIBRIUM tem meus dados e e-mail. Contate com eles porque quero um sócio como você e como o Silvio para implementarmos um sistema de MMN (já que será legalizado no Brasil). Assim, nosso produto-base será terras produtivas e bastante aguadas, ou seja, para empreendermos em loteamento das hectares, precisamos da anuência de gente ambientalistas como vocês, ambientalistas virtuais mas, que podem contar com peões como eu para acompanharmos a preservação ambiental e sermos os guardiões da área que os adquirentes-cotistas comprarem de nós. OBJETIVO aplicar esse dinheiro com a venda de hectares, para obtenção dos maquinários e ferramentas na estruturação da Agrovila de Agricultura Familiar e Pescadores Artesanais aqui em Maraú-Bahia. OBS: não entrei nem me cadastrei no grupo AAL/EQUILIBRIUM porque é um projeto possível a nível de estrangeiros que ganham em dólares, accessível a pessoas milionárias, que querem apenas um condomínio para passarem férias, muito utópico, fictício do ponto de vista rural no interior da Bahia e Nordeste como um todo.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016



NATAL 2016
UMA ACULTURAÇÃO NA CONSTRUÇÃO DO SER RURAL

Prezados queridos afeiçoados à causa ambiental, subjugada ás ações realizadas com nossas próprias mãos, em sistema de mutirões, numa comunidade de agricultura familiar. Nós, amantes da vida no campo, principalmente os pequenos agricultores possuidores de 30 a 60hectares, precisamos nos unir, pôr a mão na massa literalmente. Uma vez capacitados (auto-capacitação via pesquisa na internet), nosso psicológico acompanhará, sempre, os saberes na prática de uma vivência agroecológica; porque não adianta cultivar, colher e comer tudo orgânico e por dentro ser podre, mesquinho, em função da dependência química dos alimentos industrializados e outras drogas, e, do consumismo em geral. E SIM, buscar um equilíbrio com a sobriedade suficiente para vencer-se a si mesmo, na conquista constante de realização diária, nesse paradigma de experiências com trabalho compartilhado. Para efetivação de cultivos orgânicos, deixemos de ser reféns das práticas imediatistas do agronegócio movido a defensivos agrícolas ou agrotóxicos, sementes oriundas de OGM ou transgênicos, determinando assim, um comportamento gradativamente dependente da obtenção de tais produtos da MONSANTO, SARGINTA, DUPONT e outras que visam as monoculturas para exportação, cujas corporações proveem o suprimento desses insumos agrícolas e fomentando a utilização das modernas tecnologias nos maquinários robotizados, que substituem a mão de obra humana, à custa de endividamentos.
POR QUE OS GRUPOS DE AGROVILAS AINDA NÃO SE TORNARAM AUTOSUFICIENTES EM TERMOS DE CONVIVÊNCIA COMUNITÁRIA COM SUSTENTABILIDADE?  POR QUE OS GRUPOS NÃO DESENVOLVERAM EMPREENDIMENTOS ACERCA DO QUE SABEM FAZER NA SUA ENTIDADE RURAL?
Conviver com outros seres humanos que defendem a mesma ideologia, na busca de alternativas como prática sustentável e um caminho espiritual voltado para o simples, naturalmente reunidos no propósito de abrir o coração à troca de saberes e experiências em que todos aprendam de/com todos, no processo de investimentos solidários e compartilhados, para o bem do ser, envolvidos não só com a qualidade de vida, mas, inseridos com a saúde ambiental, enfim, “o homem no ambiente” consciente de que sua interação com o meio rural requer soluções alternativas como:
a)   Abster-se dos confortos da vida urbana;
b)  Agricultura orgânica unificada como um organismo composto de vários órgãos.
c) Compostagem dos resíduos orgânicos;
d) Aquecimento solar;
e) Saneamento ambiental, com encanamentos adaptados para
reutilização das águas cinzas (de cozinha) que já finaliza seu ciclo no ciclo de bananeiras.
f) Recomposição de matas ciliares nas nascentes e cursos dágua;
g) OGM=Plantas suscetíveis são de ciclo curto, frágeis a insetos e nematoides do solo; fracas porque não suportam os bichinhos próprios de dado ecossistema, portanto, são sementes e mudas geneticamente modificadas, dependentes de processos sintetizadores pela Engenharia genética voltados às empresas do Agronegócio, mas, tornam-se nocivos em nível da Agricultura Familiar, principalmente à saúde humana e à saúde ambiental como um todo.
h) RESOLVER CONFLITOS: Uma Assessoria Coletiva, auxilia ambos os polos, visando harmonia com respeito as diferenças, que serão diluídas nas ‘RODAS DE CONVERSA’ – a diferença não pode se tornar um conflito: a escuta atenta no silêncio absoluto - quem ouve presenteia quem fala com a oportunidade de crescer ao ceder, quem fala presenteia quem ouve com as verdades do seu coração inspiradas na Palavra, sem se preocupar com retaliações, porque ninguém pode ser neutro, indiferente ou isolado, todos se importam com todos, e a empatia entre os grupos deve prevalecer no dia a dia.

APRENDENDO A DAR-SE LIMITES
Saiba se dar limites dentro do que você pode e do que não pode fazer. Não ponha o carro na frente dos bois, nem assuma mais compromissos ou responsabilidades do que você (humanamente) pode. Não se superestime e aprenda a colocar limites em seus próprios movimentos. Agir com prudência é a chave, ainda que você se irrite e ache a prudência um comportamento um tanto “covarde”. Encare o que é possível fazer, antes de seguir adiante. Ao contrário do que você pensa, reconhecer e respeitar os próprios limites não é um ato derrotista e sim um ato maduro que lhe permitirá futuramente suplantar as coisas que lhe incomodam tanto interna quanto externamente.
Conselho: APRENDA A RESPEITAR SEUS LIMITES TEMPORÁRIOS.

REFERÊNCIAS SUGERIDAS.
‘COMO ENCONTRAR SUA COMUNIDADE ALTERNATIVA’ da Natalia Campos ou NATTY CAMPOS; E “NOVOS RURAIS” Edilson Cazeloto (assista no YOUTUBE).