quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Ecovila no Sul da Bahia

ATENÇÃO parceiros ambientalistas amantes da vida no campo, segue aí a sugestão de criação de uma ECOVILA RURAL:
ENTIDADE: ECOVILA DA AGRICULTURA FAMILIAR guardiã da MATA (EAFGM)
(Ecovila pode ser inscrita em Reserva Particular de Patrimônio Nacional RPPN?)
PROJETO AGROECOLÓGICO DA AGRICULTURA FAMILIAR:
"O Modelo Cooperativo Familiar é um modelo económico que tem como objetivo implantar na comunidade o seguinte conceito: Uma sociedade que considere todos os seres humanos como iguais, que funcione como uma FAMÍLIA global, utilizando um modelo económico COOPERATIVO em substituição do atual modelo nocivamente COMPETITIVO."
OBJETIVO: Formar uma comunidade de agricultura familiar, composta de *ambientalistas *aposentados (até três filhos adultos e três netos na habitação). 
Na ECOVILA EAFGM será uma referência de vida com produtividade agrícola, moldada nos valores de defesa da natureza e pautada em sistema Agroflorestal, em interação com a cultura local.   *Ambientalistas porque além da predisposição pela causa ambiental, a maioria poderá contribuir com a manutenção e com a inclusão nos Editais ATER para o PRONAF. *Aposentados porque poderão contribuir com a aquisição de maquinários, ferramentas e materiais para infraestrutura dos empreendimentos cooperativos da Agricultura Familiar. 
MISSÃO: Cultivo com adubação orgânica utilizando os resíduos vegetais do local, sem utilização de agrotóxicos, sem alterações impactantes. Além da permacultura (sistema de design para a criação de ambientes humanos sustentáveis e produtivos em equilíbrio e harmonia com a natureza) atividades agropastoris com orientação da EMBRAPA/EBDA/CEPLAC e ATER para apicultura, piscicultura, plantio de palmeiras nativas e o açaí, poderão ocorrer paralelamente.
A Reserva Particular de Patrimônio Nacional (RPPN) e a ECOVILA contarão com infraestrutura básica necessária para atender seus moradores (e posteriormente o turismo rural) observando, sempre, o respeito à fauna e flora, cuidar do manejo de forma sustentável, em equilíbrio com o ecossistema local, respeitando também as aptidões em sua territorialidade sócio econômica voltada a Agricultura Familiar/PRONAF, junto aos ribeirinhos e pescadores locais.

LOGÍSTICA DOS ESPAÇOS:
I. COTA I - ÁREA PARA EMPREENDIMENTOS voltados ao TURISMO RURAL, aos cotistas adquirentes de área central titulada, preferencialmente de clareira ou pastaria existente, com perímetro de 5 mil metros quadrados ou meia hectare; valor: R$50.000,00 (5 sócios = R$10.000,00 cada cotista); o responsável pelo zoneamento ou licenciamento é o próprio sócio cotista empreendedor.
TIPO DE EMPREENDIMENTOS AGROFLORESTAIS PERMITIDOS: a) Fabricação de tijolo ecológico empregando solo do próprio local; b) Plantio, cultivo e beneficiamento de açaí, cacau e outras frutíferas que serão matéria-prima da produção de polpas de frutas; c) Plantio, cultivo e beneficiamento de coco-de-dendê matéria-prima da produção de sabões e detergentes; d) Plantio, cultivo e beneficiamento de pupunha e outras palmeiras para obtenção do palmito, além de outras utilidades.
OBS: Nessa ÁREA I COTA I Central, PRIVATIVA PARA TURISTAS poderá ser construído: HOTELARIA - SALÃO com quiosque, cozinha, varandas, sanitários e loja de conveniência p/os turistas. RECEPÇÃO de acesso aos chalés e à piscina natural, com total privacidade.

 Quanto à dispensa do licenciamento ambiental. Citação : PL 3729/04 [...]A proposta dispensa do licenciamento ambiental as atividades agropecuárias e de florestas plantadas. A Câmara dos Deputados pode colocar em votação a qualquer momento o substitutivo ao PL 3729/04, projeto de lei que busca criar um novo “sistema” de licenciamento ambiental. O substitutivo elaborado pelo deputado Mauro Pereira (PMDB/RS), relator da Comissão de Finanças e Tributação, acaba, na prática, com o licenciamento ambiental brasileiro. [...]A proposta também delega aos Estados e Municípios a definição de quais empreendimentos estarão sujeitos ao licenciamento ambiental, de acordo com a natureza, porte e potencial poluidor. O licenciamento poderia se dar em três modalidades: ordinário, simplificado ou dispensa. Essa discricionariedade incluída no artigo 3º do substitutivo, desconsidera biomas, bacias hidrográficas e áreas estratégicas para conservação, enfraquecendo a União na competência de dar diretrizes gerais para a proteção do meio ambiente. O dispositivo permite, por exemplo, que uma mineração seja dispensada de licenciamento em um estado e submetida à licenciamento ordinário com EIA/Rima em outro. [...] O único zoneamento agroecológico aprovado atualmente é o da cana-de-açúcar, que tampouco é aprovado por lei específica, mas sim pelo Decreto nº 6.961, de 2009. Sendo assim, não havendo qualquer restrição legal, a entrada em vigor da lei proposta liberaria de forma generalizada as atividades de agricultura e floresta plantada. Fonte: http://ecoeacao2012.blogspot.com.br/2016/08/deputados-podem-votar-qualquer-momento.html#more

 II. ÁREA II COTA II - ÁREA PERIFÉRICA COMUM AS FAMÍLIAS da Agricultura Familiar (cerca de 10 famílias pais, filhos, netos); PERÍMETRO de cada lote da área periférica ao norte: 10 mil metros quadrados ou uma hectare; valor R$50.000,00 (5 sócios = R$10.000,00 cada); criação da Cooperativa de Agricultura Familiar; estes,  adquirentes de terras no loteamento ao norte (item ‘f’) cujos EMPREENDIMENTOS AGROFLORESTAIS permitem: a) Plantio e cultivo de açaí, cacau e outras frutíferas - matéria-prima para produção de polpas de frutas; b) Plantio e cultivo de coco-de-dendê; c) Plantio e cultivo de pupunha e outras palmeiras do palmito; produção de mudas para reflorestamento e para o sistema Agroflorestal de plantio direto consorciado com o plantio de manivas, grãos, leguminosas.  d) 
III. ECONOMIA BASEADA EM RECURSOS PARA A SUSTENTABILIDADE:
* Reaproveitamento de árvores caídas ou derrubadas na criação de vias de acesso, que serão utilizadas na construção de cercas, mourões, escadaria de contenção, pontilhões de madeira sobre rios e córregos.
* As clareiras devem ser aproveitadas na construção da ECOVILA - Clareiras e descampados degradados, designados para as grandes áreas, como, loteamento central1, campo de futebol, parque infantil com piscina natural, delimitados com plantas de jardinagem e paisagismo, além de gramíneas nas encostas. (central  COTA I – turismo ecológico).
* Centro Holístico – Um espaço reservado para meditação, observação da paisagem em harmonia com a natureza; - Praça de convívio social pacífico e de reunião ou celebração dos moradores;
* Intercâmbio de aprendizagens sócio educativas com qualidade de vida: Escola, Centro Comunitário para atendimento do CRAS, vacinações, pré-natal...


IV. INFRAESTRUTURAÇÃO: Financiamento para máquinas agrícolas/utilitários como, trator; escavadeira; veículo-JEEP ou TOYOTA; roçadeira, triturador, moto-serra; maquita e discos; Furadeira, parafusadeira, lixadeira. OBS: olaria requer máquina para prensagem de tijolo ecológico;

»INSTALAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA E SOLAR: alicates, fita isolante; extensões, gerador, placas solares, postes e fiação elétrica (+ou- 3mil metros);  
»HIDRÁULICA: canos, boias, mangueiras, caixas d’água, caixas de gordura e coletora de efluente, joelhos, fita-veda-rosca, escavação de tanques para piscicultura e para fossas sépticas;
»PERMACULTURA: canos, joelhos, carneiros, caixas d’água e caixas coletoras, peleteira.
»FERRAMENTAS AUXILIARES: Martelo, marreta, cavador, enxada, enxadete, ancinho, serrote e serra, tesoura, facões, alicate, vergalhões e vigas; arame farpado e grampos.
»PROTEÇÃO: botas, meias, luvas, bonés, calças e camisas manga comprida etc.
»CRIAÇÃO DE PEIXES: tilápia ou CAMARÃO (mais complexo).
Há várias possibilidades de cultivos: maracujá, chuchu, tomate, uva necessitam de estaleiros que serão construídos com troncos e galhos do local.

LOGÍSTICA DOS ESPAÇAMENTOS: (dista 250m de nascentes, fontes e de lençóis freáticos).
a) Área da cozinha com refeitório comunitário; Sede da Cooperativa da AF. Ao fundo, banheiros com fossa e caixas coletoras encanadas para o bananal.
b) CONSTRUÇÃO DE GUARITA/ portaria com estacionamento próximo ao campo de futebol;
c) Na chácara serão plantadas árvores e frutíferas;
d) Contígua à Horta Comunitária, haverá estufa para preparação de mudas de árvores-sombreiros e frutíferas, para o reflorestamento de matas ciliares, além das ornamentais. Poços artesianos e irrigação.
e) CENTRO DE RECICLAGEM DE MATERIAIS/GALPÃO - seleção de resíduos sólidos reutilizáveis.
_COCHOS para fermentação e produção de adubo orgânico: aeração diária dos restos orgânicos.
f) CONSTRUÇÃO DE CASAS ECOLOGICAMENTE CORRETAS, deverão interferir o mínimo na mata nativa: Os LOTES periféricos – COTA II situam-se no entorno (dos LOTES COTA I), delimitando áreas que dão acesso à Horta Comunitária; apenas cercas vivas serão permitidos. OBS: Todas as quadras de ambos os loteamentos são delimitadas naturalmente por corredores de mata nativa.
g) DELIMITAÇÃO ENTRE LOTEAMENTOS: Trilhas que separam as quadras/hectares, poderão ter cercas vivas de hibisco, crótons ou murta. Ao longo dessas trilhas naturais poderá haver alguns chalés ou casas ecológicas residenciais de taipa, com degraus revestidos de pedra ou madeira antiderrapante. Bambuzal ao longo dos aceiros perimetrais.
h) Instalações sanitárias e banheiros para os visitantes, com fossa subterrânea canalizada para os tanques com caixas coletoras (em declive) até o bananal;
I) Área para camping e jogos recreativos, tudo delimitado com cerca viva, gramados e jardinagem; AUDITÓRIO: Contíguo a este, haverá creche com parque infantil ladeado com gramado para a criançada. Piscina de água natural exclusiva para os turistas na temporada de veraneio.
j) Encostas dos córregos e dos cursos d’água revestidos com gramíneas.
lj) Flora e fauna devidamente respeitadas “Leve apenas a saudade”.

JUSTIFICATIVA:

Aqui interior Sul da Bahia, além dos fatores climáticos, o fungo causador da vassoura-de-bruxa precisa ser combatido continuamente. O PRONAF é uma boa iniciativa e com a criação da Cooperativa precisamos viabilizar projetos para Agricultura Familiar (AF).
Há cerca de há 30 anos veio Ernst Gotsch para Piraí do Norte, implantou Agricultura Sintropica em um solo que era estéril pela seca e agora comprovadamente fértil, confirma que plantar árvore é plantar água. Este é um bom exemplo de cuidar do solo, da água, fauna e flora. Para isso é necessário um mínimo de estruturação como, manutenção de estrada vicinal (de barro, cascalho), instalação de energia, poços artesianos e água encanada, compra de maquinários, vestes protetoras enfim, a segurança e o conforto no trabalho hoje é imprescindível. Queremos sim, ir para a roça contando com equipamentos e tecnologias que facilitem o nosso labor rural. Para isso precisamos de subsídios para:
_ CADASTRO AMBIENTAL RURAL aqui no sul da Bahia chama-se CEFIR.
- DAP – Declaração de Aptidão ao PRONAF
- GEOPROCESSAMENTO
-CRIAÇÃO DA COOPERATIVA de AGRICULTURA FAMILIAR;
_Elaboração do Estatuto e do Regimento Interno.
-CRIAÇÃO DO CONSELHO
-ATA DA REUNIÃO assinada pelos conselheiros.
-Fotos dos parceiros em atividade rural – na AF

PROPOSTA SUGERIDA: das 54 HA, pelo menos 1/3 será loteado, assim: pretendemos vender a hectare (10 mil metros quadrados) por R$50.000,00 reais (o preço de um lote de 500m2 na orla de SAQUAÍRA/MARAÚ-BAHIA).
EMPREGO DA VERBA ARRECADADA COM A VENDA DOS LOTES - PRIORIDADE: gerador e fiação elétrica, placas solares, porque os postes do PROGRAMA LUZ PARA TODOS, chegaram nas proximidades. Assim, conseguiríamos, além da energia e água encanada, comprar trator, roçadeira, betoneira, triturador, máquina de fazer tijolo ecológico e demais ferramentas protetivas inclusive.
Essas terras vão valorizar porque há duas possibilidades de acesso: 1. pelo asfalto que dista cerca de 6KM do acesso à estrada vicinal e, 2. também por Ubaitaba, chegamos ao porto de Tremembé; transferimos os víveres e objetos para o barco a motor e logo adentramos o rio, prosseguindo pela cachoeira de Tremembé, velejamos até atracar no porto da sede da Fazenda Rio do poço (futura Ecovila da Agricultura Familiar Guardiã da Mata). Rica em cursos de água, córregos, poços, vegetações nativas, enfim, onde cavar jorra água; eu diria que a seca que assolou Coaraci, Ibicaraí, Itabuna e região, não atingiu a futura Ecovila, a qual é circundada por serras de Mata Atlântica e toda noite chove. Portanto, há urgência em preservar essa floresta com suas nascentes e solo úmido, rico em nutrientes orgânicos, pela presença do mangue além da Mata Atlântica. Podemos estabelecer parcerias com ambientalistas que apostem na sustentabilidade e na preservação ambiental. PS.: No total são 310 hectares para os quatro irmãos e Lucia Carmen (eu). Portanto, os cotistas terão oportunidade de comprar terras vizinhas. 
Ambientalistas têm conseguido incluir-se em um paradigma ambiental menos consumista, mais humano, sóbrio e isonômico,  sabendo que jamais estarão sozinhos porque todos os envolvidos capacitam-se voluntariamente, pelo sucesso da Entidade sem fins lucrativos, buscando uma economia baseada nos recursos via PRONAF e parcerias afins, desde que amparados por um Estatuto, Regimento Interno, sem contradizer a Legislação Lei 9.790, Decreto 3.100/1999. E o Marco Regulatório das OSC’s.

Fonte: http://presrepublica.jusbrasil.com.br/legislacao/111355/decreto-3100-99
 Atenciosamente Lucia Carmen de Oliveira.


ECOVILA DA AGRICULTURA FAMILIAR guardiã da MATA

ATENÇÃO parceiros ambientalistas amantes da vida no campo, segue aí a sugestão de criação de uma ECOVILA RURAL

ENTIDADE: ECOVILA DA AGRICULTURA FAMILIAR guardiã da MATA (EAFGM)
(Ecovila pode ser inscrita em Reserva Particular de Patrimônio Nacional RPPN?)
PROJETO AGROECOLÓGICO DA AGRICULTURA FAMILIAR
"O Modelo Cooperativo Familiar é um modelo económico que tem como objetivo implantar na comunidade o seguinte conceito: Uma sociedade que considere todos os seres humanos como iguais, que funcione como uma FAMÍLIA global, utilizando um modelo económico COOPERATIVO em substituição do atual modelo nocivamente COMPETITIVO."

OBJETIVO: Formar uma comunidade de agricultura familiar, composta de *ambientalistas *aposentados (até três filhos adultos e três netos na habitação). 
A ECOVILA EAFGM será uma referência de vida com produtividade agrícola, moldada nos valores de defesa da natureza e pautada em sistema Agroflorestal, em interação com a cultura local.   *Ambientalistas porque além da predisposição pela causa ambiental, a maioria poderá contribuir com a manutenção e com a inclusão através de Editais ATER para o PRONAF. *Aposentados porque poderão contribuir com a aquisição de maquinários, ferramentas e materiais para infraestrutura dos empreendimentos cooperativos da Agricultura Familiar com dedicação integral.

MISSÃO: Cultivo com adubação orgânica utilizando os resíduos vegetais do local, sem utilização de agrotóxicos, sem alterações impactantes. Além da permacultura (sistema de design para a criação de ambientes humanos sustentáveis e produtivos em equilíbrio e harmonia com a natureza) atividades agropastoris com orientação da EMBRAPA/EBDA/CEPLAC e ATER para apicultura, piscicultura, plantio de palmeiras nativas e o açaí, poderão ocorrer paralelamente.
A Reserva Particular de Patrimônio Nacional (RPPN) e a ECOVILA contarão com infraestrutura básica necessária para atender seus moradores (e posteriormente o turismo rural) observando, sempre, o respeito à fauna e flora, cuidar do manejo de forma sustentável, em equilíbrio com o ecossistema local, respeitando também as aptidões em sua territorialidade sócio econômica voltada a Agricultura Familiar/PRONAF, junto aos ribeirinhos e pescadores locais.

LOGÍSTICA DOS ESPAÇOS:
I. COTA I - ÁREA PARA EMPREENDIMENTOS voltados ao TURISMO RURAL, aos cotistas adquirentes de área central titulada, preferencialmente de clareira ou pastaria existente, com perímetro de 5 mil metros quadrados ou meia hectare; valor: R$50.000,00 (5 sócios = R$10.000,00 cada cotista); o responsável pelo zoneamento ou licenciamento é o próprio sócio cotista empreendedor.
TIPO DE EMPREENDIMENTOS AGROFLORESTAIS PERMITIDOS: a) Fabricação de tijolo ecológico empregando solo do próprio local; b) Plantio, cultivo e beneficiamento de açaí, cacau e outras frutíferas que serão matéria-prima da produção de polpas de frutas; c) Plantio, cultivo e beneficiamento de coco-de-dendê matéria-prima da produção de sabões e detergentes; d) Plantio, cultivo e beneficiamento de pupunha e outras palmeiras para obtenção do palmito, além de outras utilidades.
OBS: Nessa ÁREA I COTA I Central, PRIVATIVA PARA TURISTAS poderá ser construído: HOTELARIA - SALÃO com quiosque, cozinha, varandas, sanitários e loja de conveniência p/os turistas. RECEPÇÃO de acesso aos chalés e à piscina natural, com total privacidade.

 Quanto à dispensa do licenciamento ambiental. Citação : PL 3729/04 [...]A proposta dispensa do licenciamento ambiental as atividades agropecuárias e de florestas plantadas. A Câmara dos Deputados pode colocar em votação a qualquer momento o substitutivo ao PL 3729/04, projeto de lei que busca criar um novo “sistema” de licenciamento ambiental. O substitutivo elaborado pelo deputado Mauro Pereira (PMDB/RS), relator da Comissão de Finanças e Tributação, acaba, na prática, com o licenciamento ambiental brasileiro. [...]A proposta também delega aos Estados e Municípios a definição de quais empreendimentos estarão sujeitos ao licenciamento ambiental, de acordo com a natureza, porte e potencial poluidor. O licenciamento poderia se dar em três modalidades: ordinário, simplificado ou dispensa. Essa discricionariedade incluída no artigo 3º do substitutivo, desconsidera biomas, bacias hidrográficas e áreas estratégicas para conservação, enfraquecendo a União na competência de dar diretrizes gerais para a proteção do meio ambiente. O dispositivo permite, por exemplo, que uma mineração seja dispensada de licenciamento em um estado e submetida à licenciamento ordinário com EIA/Rima em outro. [...] O único zoneamento agroecológico aprovado atualmente é o da cana-de-açúcar, que tampouco é aprovado por lei específica, mas sim pelo Decreto nº 6.961, de 2009. Sendo assim, não havendo qualquer restrição legal, a entrada em vigor da lei proposta liberaria de forma generalizada as atividades de agricultura e floresta plantada. Fonte: http://ecoeacao2012.blogspot.com.br/2016/08/deputados-podem-votar-qualquer-momento.html#more

 II. ÁREA II COTA II - ÁREA PERIFÉRICA COMUM AS FAMÍLIAS da Agricultura Familiar (cerca de 10 famílias pais, filhos, netos); PERÍMETRO de cada lote da área periférica ao norte: 10 mil metros quadrados ou uma hectare; valor R$50.000,00 (5 sócios = R$10.000,00 cada); criação da Cooperativa de Agricultura Familiar; estes, adquirentes de terras no loteamento ao norte (item ‘f’) cujos EMPREENDIMENTOS AGROFLORESTAIS permitem: a) Plantio e cultivo de açaí, cacau e outras frutíferas - matéria-prima para produção de polpas de frutas; b) Plantio e cultivo de coco-de-dendê; c) Plantio e cultivo de pupunha e outras palmeiras do palmito; produção de mudas para reflorestamento e para o sistema Agroflorestal de plantio direto consorciado com o plantio de manivas, grãos, leguminosas. 

III. ECONOMIA BASEADA EM RECURSOS PARA A SUSTENTABILIDADE:
* Reaproveitamento de árvores caídas ou derrubadas na criação de vias de acesso, que serão utilizadas na construção de cercas, mourões, escadaria de contenção, pontilhões de madeira sobre rios e córregos.
* As clareiras devem ser aproveitadas na construção da ECOVILA - Clareiras e descampados degradados, designados para as grandes áreas, como, loteamento central1, campo de futebol, parque infantil com piscina natural, delimitados com plantas de jardinagem e paisagismo, além de gramíneas nas encostas. (central  COTA I – turismo ecológico).
* Centro Holístico – Um espaço reservado para meditação, observação da paisagem em harmonia com a natureza; - Praça de convívio social pacífico e de reunião ou celebração dos moradores;
* Intercâmbio de aprendizagens sócio educativas com qualidade de vida: Escola, Centro Comunitário para atendimento do CRAS, vacinações, pré-natal...


IV. INFRAESTRUTURAÇÃO: Financiamento para máquinas agrícolas/utilitários como, trator; escavadeira; veículo-JEEP ou TOYOTA; roçadeira, triturador, moto-serra; maquita e discos; Furadeira, parafusadeira, lixadeira. OBS: olaria requer máquina para prensagem de tijolo ecológico;

»INSTALAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA E SOLAR: alicates, fita isolante; extensões, gerador, placas solares, postes e fiação elétrica (+ou- 3mil metros);  
»HIDRÁULICA: canos, boias, mangueiras, caixas d’água, caixas de gordura e coletora de efluente, joelhos, fita-veda-rosca, escavação de tanques para piscicultura e para fossas sépticas;
»PERMACULTURA: canos, joelhos, carneiros, caixas d’água e caixas coletoras, peleteira.
»FERRAMENTAS AUXILIARES: Martelo, marreta, cavador, enxada, enxadete, ancinho, serrote e serra, tesoura, facões, alicate, vergalhões e vigas; arame farpado e grampos.
»PROTEÇÃO: botas, meias, luvas, bonés, calças e camisas manga comprida etc.
»CRIAÇÃO DE PEIXES: tilápia ou CAMARÃO (mais complexo).
Há várias possibilidades de cultivos: maracujá, chuchu, tomate, uva necessitam de estaleiros que serão construídos com troncos e galhos do local.

V.LOGÍSTICA DOS ESPAÇAMENTOS: (dista 250m de nascentes, fontes e de lençóis freáticos).
a) Área da cozinha com refeitório comunitário; Sede da Cooperativa da AF. Ao fundo, banheiros com fossa e caixas coletoras encanadas para o bananal.
b) CONSTRUÇÃO DE GUARITA/ portaria com estacionamento próximo ao campo de futebol;
c) Na chácara serão plantadas árvores e frutíferas;
d)Horta Comunitária e estufa para preparação de mudas de árvores-sombreiros e frutíferas, para o reflorestamento de matas ciliares, além das ornamentais. Poços artesianos e irrigação.
e) CENTRO DE RECICLAGEM DE MATERIAIS/GALPÃO - seleção de resíduos sólidos reutilizáveis.
_COCHOS para fermentação e produção de adubo orgânico: aeração diária dos restos orgânicos.
f) CONSTRUÇÃO DE CASAS ECOLOGICAMENTE CORRETAS, deverão interferir o mínimo na mata nativa: Os LOTES periféricos – COTA II situam-se no entorno (dos LOTES COTA I), delimitando áreas que dão acesso à Horta Comunitária; apenas cercas vivas serão permitidos. OBS: Todas as quadras de ambos os loteamentos são delimitadas naturalmente por corredores de mata nativa.
g) DELIMITAÇÃO ENTRE LOTEAMENTOS: Trilhas que separam as quadras/hectares, poderão ter cercas vivas de hibisco, crótons ou murta. Ao longo dessas trilhas naturais poderá haver alguns chalés ou casas ecológicas residenciais de taipa, com degraus revestidos de pedra ou madeira antiderrapante. Bambuzal ao longo dos aceiros perimetrais.
h) Instalações sanitárias e banheiros para os visitantes, com fossa subterrânea canalizada para os tanques com caixas coletoras (em declive) até o bananal;
I) Área para camping e jogos recreativos, tudo delimitado com cerca viva, gramados e jardinagem; AUDITÓRIO: Contíguo a este, haverá creche com parque infantil ladeado com gramado para a criançada. Piscina de água natural exclusiva para os turistas na temporada de veraneio.
j) Encostas dos córregos e dos cursos d’água revestidos com gramíneas.
lj) Flora e fauna devidamente respeitadas “Leve apenas a saudade”.

VI. CONSIDERAÇÕES:

Aqui interior Sul da Bahia, além dos fatores climáticos, o fungo causador da vassoura-de-bruxa precisa ser combatido continuamente. O PRONAF é uma boa iniciativa e com a criação da Cooperativa precisamos viabilizar projetos para Agricultura Familiar (AF).
Há cerca de há 30 anos veio Ernst Gotsch para Piraí do Norte, implantou Agricultura Sintropica em um solo que era estéril pela seca e agora comprovadamente fértil, confirma que plantar árvore é plantar água. Este é um bom exemplo de cuidar do solo, da água, fauna e flora. Para isso é necessário um mínimo de estruturação como, manutenção de estrada vicinal (de barro, cascalho), instalação de energia, poços artesianos e água encanada, compra de maquinários, vestes protetoras enfim, a segurança e o conforto no trabalho hoje é imprescindível. Queremos sim, ir para a roça contando com equipamentos e tecnologias que facilitem o nosso labor rural. Para isso precisamos de subsídios para:
_ CADASTRO AMBIENTAL RURAL aqui no sul da Bahia chama-se CEFIR.
- DAP – Declaração de Aptidão ao PRONAF
- GEOPROCESSAMENTO
-CRIAÇÃO DA COOPERATIVA de AGRICULTURA FAMILIAR;
_Elaboração do Estatuto e do Regimento Interno.
-CRIAÇÃO DO CONSELHO
-ATA DA REUNIÃO assinada pelos conselheiros.
-Fotos dos parceiros em atividade rural – na AF

PROPOSTA SUGERIDA: das 54 HA, pelo menos 1/3 será loteado, assim: pretendemos vender a hectare (10 mil metros quadrados) por R$50.000,00 reais (o preço de um lote de 500m2 na orla de SAQUAÍRA/MARAÚ-BAHIA).
EMPREGO DA VERBA ARRECADADA COM A VENDA DOS LOTES - PRIORIDADE: gerador e fiação elétrica, placas solares, porque os postes do PROGRAMA LUZ PARA TODOS, chegaram nas proximidades. Assim, conseguiríamos, além da energia e água encanada, comprar trator, roçadeira, betoneira, triturador, máquina de fazer tijolo ecológico e demais ferramentas protetivas inclusive.
Essas terras vão valorizar porque há duas possibilidades de acesso: 1. pelo asfalto que dista cerca de 6KM do acesso à estrada vicinal e, 2. também por Ubaitaba, chegamos ao porto de Tremembé; transferimos os víveres e objetos para o barco a motor e logo adentramos o rio, prosseguindo pela cachoeira de Tremembé, velejamos até atracar no porto da sede da Fazenda Rio do poço (futura Ecovila da Agricultura Familiar Guardiã da Mata). Rica em cursos de água, córregos, poços, vegetações nativas, enfim, onde cavar jorra água; eu diria que a seca que assolou Coaraci, Ibicaraí, Itabuna e região, não atingiu a futura Ecovila, a qual é circundada por serras de Mata Atlântica e toda noite chove. Portanto, há urgência em preservar essa floresta com suas nascentes e solo úmido, rico em nutrientes orgânicos, pela presença do mangue além da Mata Atlântica. Podemos estabelecer parcerias com ambientalistas que apostem na sustentabilidade e na preservação ambiental. PS.: No total são 310 hectares para os quatro irmãos além de mim. Portanto, os cotistas terão oportunidade de comprar terras vizinhas. 
Ambientalistas têm conseguido incluir-se em um paradigma ambiental menos consumista, mais humano, sóbrio e isonômico,  sabendo que jamais estarão sozinhos porque todos os envolvidos capacitam-se voluntariamente, pelo sucesso da Entidade sem fins lucrativos, buscando uma economia baseada nos recursos via PRONAF e parcerias afins, desde que amparados por um Estatuto, Regimento Interno, sem contradizer a Legislação Lei 9.790, Decreto 3.100/1999. E o Marco Regulatório das OSC’s Lei 13.019 de 2014.

Fonte: http://presrepublica.jusbrasil.com.br/legislacao/111355/decreto-3100-99
https://youtu.be/G27OXgvh71g  (muito bom)
 Atenciosamente Lucia Carmen de Oliveira.